sexta-feira, março 28, 2008


Coruja? Rouxinol? Se fosse para escolher, à primeira vista, sem hesitar, todos escolheriam o rouxinol, porque ele é a beleza, a graça, o sol, a vida
A coruja é फेइया! Ela é a noite, é a morte. Ela é o ódio a luz, ela representa o mal. Quem poderia, nesse sentido, preferir a coruja?

Contudo, há também um significado legítimo e bom na coruja। Ela vê no escuro, por isso, sempre simbolizou a filosofia, que permite ver nas questões obscuras. Onde o homem comum nada percebe, o filósofo vê e compreende. A coruja representa assim o saber filosófico, a teoria pura, a ciência abstrata e, nesse sentido, é símbolo de um bem.

O rouxinol é a poesia. Até em seu nome parece haver um trinado sonoro. Ele é um raio de sol cantando. A coruja é a luz intelectual. Não há escuridão para seus olhos argutos.
Entre a coruja e o rouxinol, qual escolher?

A sabedoria é desejável e a beleza é amável. A filosofia ilumina. A poesia encanta. Preferir o saber, excluindo a beleza? Escravizar-se a beleza e repelir a sabedoria?Entre a coruja e o rouxinol, qual escolher?