quinta-feira, janeiro 26, 2012

Nossas crenças: MAIS do que uma “aprendizagem cultural”.

  


Se você é daqueles que não abre mão de suas crenças por nada, fique sabendo que é mais culpa do seu cérebro do que da educação que você recebeu. Um novo estudo descobriu que algumas informações não abandonam nossa cabeça, nem por dinheiro.
Por mais que as pessoas estejam preparadas para adaptar seus pensamentos aos de outras pessoas, existe um conjunto de valores que elas não abandonam jamais. Isso acontece porque aquilo que chamamos de crença – informações geralmente ligadas à religião e identidade – fica armazenado em uma parte separada do cérebro, usada para distinguir o certo e o errado. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores acompanharam imagens do cérebro de voluntários, enquanto estes eram persuadidos a mudarem crenças previamente declaradas. Assim, puderam notar que quando as pessoas aceitavam, por dinheiro, mudar declarações do tipo “Eu bebo chá”, o mesmo não acontecia quando o assunto era relacionado a ideias políticas e ideológicas.
As imagens cerebrais mostraram que crenças mais mundanas ficam associadas com sistemas de recompensa, enquanto valores considerados sagrados provocam a ativação de sistemas neurais associados com erros e acertos.

Os valores sagrados variaram de pessoa para pessoa, de acordo com as preferências e experiências passadas e registradas pelo cérebro, a pesquisa mostrou que os temas mais comuns de crenças estavam relacionados à religião, esporte e identidade.
Unidade dos cristãos é uma realidade secreta, mas deve aparecer com clareza na história: Bento XVI


A unidade dos cristãos é uma realidade secreta, mas, por outro lado, deve aparecer, para que o mundo creia. Nunca esquecendo que é Cristo que cria a Igreja e lhe dá a unidade… Reflexões de Bento XVI, na audiência geral desta quarta-feira, 25 de Janeiro, em que se conclui a Semana de Oração pela unidade dos cristãos. Perante milhares de peregrinos, o Papa comentou a chamada “oração sacerdotal de Jesus”, na última Ceia, na iminência da sua paixão. Oração em que Jesus reza ao Pai para que os seus discípulos, através dos tempos, sejam “uma só coisa”.
 
“Jesus reza pela Igreja de todos os tempos, reza também por nós” – observou. O pedido central da oração sacerdotal de Jesus dedicada aos seus discípulos de todos os tempos é o da futura unidade de quantos hão-de crer n’Ele. Mas essa unidade – advertiu – “não é um produto mundano; provém exclusivamente da unidade divina”.

 Mas ouçamos as palavras com que Bento XVI resumiu, em português, o conteúdo desta sua catequese:

“Queridos irmãos e irmãs,
 
A chamada «Oração Sacerdotal» de Jesus na Última Ceia é inseparável do seu Sacrifício, no qual Se consagra inteiramente ao Pai. Sacerdote e vítima, Cristo reza por Si mesmo, pelos Apóstolos e pela Igreja de todos os tempos. Para Si próprio, pede uma obediência total ao Pai, que O conduza à plena condição filial. Para os Apóstolos, pede a consagração na verdade, para continuarem a missão d’Ele; para isso, devem ser consagrados, isto é, segregados do mundo, colocando-se à disposição de Deus para a missão que lhes está reservada, e, deste modo, postos à disposição de todos. Finalmente Jesus estende o olhar até ao fim dos tempos e reza pela Igreja, pedindo a unidade de todos os cristãos: «Que eles sejam todos um, como Tu, Pai, o és em Mim e Eu em Ti» (Jo 17, 21). Assim a Igreja continua a missão de Cristo: conduzir o mundo para fora do pecado, que aliena o homem de Deus e de si mesmo, para que volte a ser o mundo de Deus.

A minha saudação amiga para os fiéis de Santa Maria dos Pobres de Paranoá e demais peregrinos de língua portuguesa, propondo-vos como modelo de vida o Apóstolo São Paulo, cuja conversão hoje recordamos num abraço ideal que se alarga a todos os cristãos na conclusão do Oitavário de Oração pela sua Unidade. Que os vossos corações, fortes na fé, possam servir sempre os amorosos desígnios de Deus. Sobre vós e vossas famílias, desça a minha Bênção.”

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Como todos os anos, também desta vez, o encerramento, em Roma, da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos será presidida pelo Papa, na basílica de São Paulo fora de muros, às 17.30, com a participação de delegados de diversas Igrejas irmãs, nomeadamente do patriarcado de Constantinopla e da Igreja Anglicana.

quarta-feira, janeiro 25, 2012

Violência contra Cristãos na Nigéria









Pelo menos nove pessoas morreram num brutal ataque contra cristãos na noite de ontem para hoje numa cidade do Norte da Nigéria, fazendo ascender o número de vítimas mortais para 178 em pouco mais de 24 horas de uma vaga de violência no país reivindicada pelos islamistas do Boko Haram.
 

Fonte hospitalar na cidade de Kano confirmou que "chegaram 178 corpos aos dois principais hospitais" da região. "Podem haver mais, porque muitos dos mortos ainda não chegaram e outros foram recolhidos antes [de se iniciar a contagem]", avançou uma fonte, citada pela agência noticiosa britânica Reuters.

Já o ataque durante a última noite ocorreu) em Tafawa Balewa, cidade do estado de Bauchi, também no norte da Nigéria. Segundo Bukata Zhyadi, dirigente da etnia cristã Sayawa, os responsáveis são os Haussa-Fulani, uma etnia muçulmana, ali maioritária.

Este novo incidente contra cristãos aconteceu menos de 24h depois da série de ataques coordenados em Kano, a segunda maior cidade do país, reivindicados pelo grupo islamista Boko Haram.

Os ataques atribuídos a este grupo, que também reivindicou os mortíferos atentados que fizeram 49 mortos no dia de Natal, multiplicaram-se no Norte do país, maioritariamente muçulmano, quer contra cristãos quer contra forças da ordem.


Fonte: http://www.radiovaticana.org/por/Articolo.asp?c=556748 

 A Colômbia deve proteger as crianças e não aprovar a adoção por casais homossexuais

 




A Conferência Episcopal da Colômbia pediu à Corte Suprema do país que não aprove a adoção de crianças por parte de casais homossexuais, pois deve priorizar os direitos dos menores antes que “as necessidades afetivas e emocionais do casal do mesmo sexo”.

Este chamado se faz logo que a Corte Constitucional anunciou no dia 23 de fevereiro que o debate que poderia outorgar a custódia de uma menina a um casal de lésbicas, concebida mediante inseminação artificial por uma delas, vai ser realizado esta semana.

A Corte tem a última palavra, logo que o casal homossexual recebera o apoio nos dois últimos anos de dois juízes em instâncias menores, que solicitaram que o Instituto Colombiano de Bem-estar Familiar que inicie os trâmites da adoção.

Em diálogo telefônico com a agência ACI Prensa no dia 25 de fevereiro, o Secretário Geral e porta-voz da Conferência Episcopal, Dom Juan Vicente Córdoba, recordou que “a adoção é uma figura jurídica que o estado da Colômbia tem para substituir a modo de semelhança o lar de pai e mãe” ao qual a criança tem direito.

“A substituição que faz o estado é uma substituição pai e mãe biológicos perdidos. E dá um pai e uma mãe substitutos para dar (à criança) um novo lar”, sublinhou o também Bispo Auxiliar de Bucaramanga.

O Prelado precisou que esta afirmação corresponde à “lei natural, é um argumento que não tem nem mesmo relação com a fé, é antropológico”.

Dom Córdoba recordou que na Colômbia se fez uma pesquisa recentemente, cujo resultado foi que “82% dos colombianos opinou que não quer a adoção de crianças por casais do mesmo sexo”.
Com esta base “dissemos à Corte que não legisle pensando nas idéias de seus cinco ou seis membros, mas nos 45 milhões de colombianos, dos quais 82 por cento não quer a adoção (gay)”.

“Cinco pessoas não decidem por 45 milhões” disse o Prelado à ACI Prensa, a agência em espanhol do grupo ACI, e pediu à Corte Constitucional -que em 2006 despenalizou o aborto em três casos- que “em sua decisão tenha em conta o parecer do povo colombiano”.

Outro argumento a ser tomado em conta, assinalou Dom Córdoba, é o psicológico, pois “as crianças quando têm um pai e uma mãe que não correspondem ao sexo de um pai homem e uma mãe mulher, vão ter uma dificuldade muito grande”.

“Algumas podem crescer sãs mas muitas crescerão homossexuais ou bissexuais ou terão dificuldades de identidade para ter vida de casal”.
Silêncio e Palavra: Caminho de Evangelização

Cidade do Vaticano (RV) - "Silêncio e palavra: caminho de evangelização" é o título da Mensagem de Bento XVI para o Dia das Comunicações Sociais, celebrado em 20 de maio. O texto foi publicado na manhã desta terça-feira, festa de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas.

Para o Pontífice, silêncio e palavra são "dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas".

O silêncio, afirma o Papa, é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo. Deus fala ao homem mesmo no silêncio, e também o homem descobre no silêncio a possibilidade de falar com Deus e de Deus.

"Silêncio e palavra são ambos elementos essenciais e integrantes da acção comunicativa da Igreja para um renovado anúncio de Jesus Cristo no mundo contemporâneo."

                                                        Leia abaixo a íntegra da Mensagem





Amados irmãos e irmãs,

Ao aproximar-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012, desejo partilhar convosco algumas reflexões sobre um aspecto do processo humano da comunicação que, apesar de ser muito importante, às vezes fica esquecido, sendo hoje particularmente necessário lembrá-lo. Trata-se da relação entre silêncio e palavra: dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas. Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado.

O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo. No silêncio, escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós mesmos, nasce e aprofunda-se o pensamento, compreendemos com maior clareza o que queremos dizer ou aquilo que ouvimos do outro, discernimos como exprimir-nos. Calando, permite-se à outra pessoa que fale e se exprima a si mesma, e permite-nos a nós não ficarmos presos, por falta da adequada confrontação, às nossas palavras e ideias. Deste modo abre-se um espaço de escuta recíproca e torna-se possível uma relação humana mais plena. É no silêncio, por exemplo, que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação entre aqueles que se amam: o gesto, a expressão do rosto, o corpo enquanto sinais que manifestam a pessoa. No silêncio, falam a alegria, as preocupações, o sofrimento, que encontram, precisamente nele, uma forma particularmente intensa de expressão. Por isso, do silêncio, deriva uma comunicação ainda mais exigente, que faz apelo à sensibilidade e àquela capacidade de escuta que frequentemente revela a medida e a natureza dos laços. Quando as mensagens e a informação são abundantes, torna-se essencial o silêncio para discernir o que é importante daquilo que é inútil ou acessório. Uma reflexão profunda ajuda-nos a descobrir a relação existente entre acontecimentos que, à primeira vista, pareciam não ter ligação entre si, a avaliar e analisar as mensagens; e isto faz com que se possam compartilhar opiniões ponderadas e pertinentes, gerando um conhecimento comum autêntico. Por isso é necessário criar um ambiente propício, quase uma espécie de «ecossistema» capaz de equilibrar silêncio, palavra, imagens e sons.

Grande parte da dinâmica atual da comunicação é feita por perguntas à procura de respostas. Os motores de pesquisa e as redes sociais são o ponto de partida da comunicação para muitas pessoas, que procuram conselhos, sugestões, informações, respostas. Nos nossos dias, a Rede vai-se tornando cada vez mais o lugar das perguntas e das respostas; mais, o homem de hoje vê-se, frequentemente, bombardeado por respostas a questões que nunca se pôs e a necessidades que não sente. O silêncio é precioso para favorecer o necessário discernimento entre os inúmeros estímulos e as muitas respostas que recebemos, justamente para identificar e focalizar as perguntas verdadeiramente importantes. Entretanto, neste mundo complexo e diversificado da comunicação, aflora a preocupação de muitos pelas questões últimas da existência humana: Quem sou eu? Que posso saber? Que devo fazer? Que posso esperar? É importante acolher as pessoas que se põem estas questões, criando a possibilidade de um diálogo profundo, feito não só de palavra e confrontação, mas também de convite à reflexão e ao silêncio, que às vezes pode ser mais eloquente do que uma resposta apressada, permitindo a quem se interroga descer até ao mais fundo de si mesmo e abrir-se para aquele caminho de resposta que Deus inscreveu no coração do homem.

No fundo, este fluxo incessante de perguntas manifesta a inquietação do ser humano, sempre à procura de verdades, pequenas ou grandes, que dêem sentido e esperança à existência. O homem não se pode contentar com uma simples e tolerante troca de cépticas opiniões e experiências de vida: todos somos perscrutadores da verdade e compartilhamos este profundo anseio, sobretudo neste nosso tempo em que, «quando as pessoas trocam informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as suas esperanças, os seus ideais» (Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011).

Devemos olhar com interesse para as várias formas de sítios, aplicações e redes sociais que possam ajudar o homem atual não só a viver momentos de reflexão e de busca verdadeira, mas também a encontrar espaços de silêncio, ocasiões de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Na sua essencialidade, breves mensagens – muitas vezes limitadas a um só versículo bíblico – podem exprimir pensamentos profundos, se cada um não descuidar o cultivo da sua própria interioridade. Não há que surpreender-se se, nas diversas tradições religiosas, a solidão e o silêncio constituem espaços privilegiados para ajudar as pessoas a encontrar-se a si mesmas e àquela Verdade que dá sentido a todas as coisas. O Deus da revelação bíblica fala também sem palavras: «Como mostra a cruz de Cristo, Deus fala também por meio do seu silêncio. O silêncio de Deus, a experiência da distância do Onipotente e Pai é etapa decisiva no caminho terreno do Filho de Deus, Palavra Encarnada. (...) O silêncio de Deus prolonga as suas palavras anteriores. Nestes momentos obscuros, Ele fala no mistério do seu silêncio» (Exort.  ap. pós-sinodal Verbum Domini, 30 de Setembro de 2010, n. 21). No silêncio da Cruz, fala a eloquência do amor de Deus vivido até ao dom supremo. Depois da morte de Cristo, a terra permanece em silêncio e, no Sábado Santo – quando «o Rei dorme (…), e Deus adormeceu segundo a carne e despertou os que dormiam há séculos» (cfr Ofício de Leitura, de Sábado Santo) –, ressoa a voz de Deus cheia de amor pela humanidade.

Se Deus fala ao homem mesmo no silêncio, também o homem descobre no silêncio a possibilidade de falar com Deus e de Deus. «Temos necessidade daquele silêncio que se torna contemplação, que nos faz entrar no silêncio de Deus e assim chegar ao ponto onde nasce a Palavra, a Palavra redentora» (Homilia durante a Concelebração Eucarística com os Membros da Comissão Teológica Internacional, 6 de Outubro de 2006). Quando falamos da grandeza de Deus, a nossa linguagem revela-se sempre inadequada e, deste modo, abre-se o espaço da contemplação silenciosa. Desta contemplação nasce, em toda a sua força interior, a urgência da missão, a necessidade imperiosa de «anunciar o que vimos e ouvimos», a fim de que todos estejam em comunhão com Deus (cf. 1 Jo 1, 3). A contemplação silenciosa faz-nos mergulhar na fonte do Amor, que nos guia ao encontro do nosso próximo, para sentirmos o seu sofrimento e lhe oferecermos a luz de Cristo, a sua Mensagem de vida, o seu dom de amor total que salva.

Depois, na contemplação silenciosa, surge ainda mais forte aquela Palavra eterna pela qual o mundo foi feito, e identifica-se aquele desígnio de salvação que Deus realiza, por palavras e gestos, em toda a história da humanidade. Como recorda o Concílio Vaticano II, a Revelação divina realiza-se por meio de «ações e palavras intimamente relacionadas entre si, de tal modo que as obras, realizadas por Deus na história da salvação, manifestam e confirmam a doutrina e as realidades significadas pelas palavras; e as palavras, por sua vez, declaram as obras e esclarecem o mistério nelas contido» (Const. dogm. Dei Verbum, 2). E tal desígnio de salvação culmina na pessoa de Jesus de Nazaré, mediador e plenitude da toda a Revelação. Foi Ele que nos deu a conhecer o verdadeiro Rosto de Deus Pai e, com a sua Cruz e Ressurreição, nos fez passar da escravidão do pecado e da morte para a liberdade dos filhos de Deus. A questão fundamental sobre o sentido do homem encontra a resposta capaz de pacificar a inquietação do coração humano no Mistério de Cristo. É deste Mistério que nasce a missão da Igreja, e é este Mistério que impele os cristãos a tornarem-se anunciadores de esperança e salvação, testemunhas daquele amor que promove a dignidade do homem e constrói a justiça e a paz.

Palavra e silêncio. Educar-se em comunicação quer dizer aprender a escutar, a contemplar, para além de falar; e isto é particularmente importante paras os agentes da evangelização: silêncio e palavra são ambos elementos essenciais e integrantes da ação comunicativa da Igreja para um renovado anúncio de Jesus Cristo no mundo contemporâneo. A Maria, cujo silêncio «escuta e faz florescer a Palavra» (Oração pela Ágora dos Jovens Italianos em Loreto, 1-2 de Setembro de 2007), confio toda a obra de evangelização que a Igreja realiza através dos meios de comunicação social.

O herege da Trindade: Jesus é uma Criação de Deus ou Arianismo



Em um longo artigo escrito para o site da Igreja Mundial do Poder de Deus, o apóstolo Valdemiro Santiago afirmou que Jesus é uma criação de Deus, e não o próprio Deus. A afirmação pode estar ligada à doutrina do Arianismo, recusada pela maioria das igrejas cristãs.

O texto de Santiago afirma que “o pai que é Deus é sempiterno, aquele que antes dele nunca existiu como ele, nem existirá depois dele, sempre existiu e sempre existirá. A primeira obra dele foi Jesus Cristo, não a partir de Maria, que foi obra do Espírito Santo para ser feito carne, antes ele já existia”.

O apóstolo líder da IMPD ainda afirma no texto que “muita gente pela tradição da religião, não entende a historia de Jesus. Alguns falam de natal, mas ninguém sabe o dia exato em que Jesus Cristo nasceu. Segundo que Jesus já existia muito antes de tudo. Ele é a imagem do Deus invisível, a encarnação do verbo”.

Confira o texto herético do Pastor na página da Igreja Mundial 
Entregue-se a Jesus/Apóstolo Valdemiro Santiago

http://www.impd.org.br/portal/mensagens_impd.php?id=49 
Testemunho do Sacerdote Católico no Navio Costa Concordia: Proteger o Santíssimo e as Pessoas

 

Um dos testemunhos mais interessantes – e pouco replicados pela grande mídia – sobre o afundamento do Cruzeiro Costa Concordia no mar Tirreno, na costa oeste da Itália, na sexta-feira passada,13, foi feito pelo capelão católico da embarcação, Padre Rafaeli Malena, sacerdote de 70 anos.

Padre Mallena falou sobre seu drama pessoal com o diretor do Apostolado do Mar da Conferência Episcopal Italiana, Padre Giacomo Martino. O capelão expressou que teve duas preocupações principais quando percebeu que a situação se agravava: proteger o Santíssimo Sacramento e cuidar dos objetos de valor que lhe haviam sido confiados por alguns membros da equipe de bordo. Como não poderia deixar de ser o sacerdote também ajudou os passageiros.

Quando ele escutou uma explosão, a primeira, durante a ceia, “senti de imediato que algo anda mal, muito mal”, relatou a Padre Giácomo. O religioso septuagenário quis primeiro invocar a proteção de Deus e foi à capela rezar. Cerca de 40 minutos depois, quando o aviso de “abandonar o navio” foi dado, o ele consumiu todas as Sagradas formas eucarísticas e pôs em lugar seguro os objetos de valor do pessoal de bordo. Padre Rafaeli também se propôs a ajudar na evacuação de alguns dos 4.200 passageiros, mas membros da tripulação o convenceram a entrar num dos botes salva-vidas.

Emitindo sua opinião sobre os relatos que ouviu do acidente, Padre Giácomo destacou os deveres cumpridos pelos tripulantes durante o afundamento. “Houve um capital de bordo, por exemplo, que salvou três ou quatro pessoas que não sabiam nadar”, disse. “E um diretor de hotel que permaneceu valentemente até o final da operação de salvação, e que quando ia entrar no último bote salva-vidas caiu de uma escada e quebrou a perna, permanecendo 36 horas boiando em água fria antes de ser resgatado”, continuou.

Neste sentido, como destaca o diretor do Apostolado do Mar da Conferência Episcopal Italiana, uma má reação de alguns indivíduos não é toda verdade. “A verdade é que quase todos se comportaram maravilhosamente. A maioria das pessoas se dedicou totalmente a salvar os demais”, salientou.