quinta-feira, maio 10, 2012
Kari Jobe -You Are For Me
"[...] Eu sei que Tu és por mim, eu sei que você é por mim [...] Eu sei que Você nunca vai me abandonar na minha fraqueza." Kari Jobe -You Are For Me (Legendado em Português).avi
HERÁCLITO, O CADERNO E A VIDA
by damião fernandes
O mundo, a vida e as coisas estão sempre em constante mudança. Isso já foi afirmado pelo grande filósofo Heráclito: "Tudo
flui e nada permanece; tudo se afasta e nada fica parado....Você não
consegue se banhar duas vezes no mesmo rio, pois outras águas e ainda
outras sempre vão fluindo.... È na mudança que as coisas acham
repouso....". Somos seres mutáveis, somos seres mutantes nas
realidades vividas enquanto sujeitos destas mudanças ou enquanto
interferidos por elas.
Ao se aproximar mais um final de ano, é sempre luzente o tema do "novo", e o da mudança. Parece que ao se aproximar as "festas" de final de ano, ficamos mais inclinados a acreditar - e isso é muito bom - que sempre é possível sermos melhores, que as realidades que durante todo o ano nos fizerem padecer, agora como que elas experimentam o toque da possibilidade da mudança, do novo que será restabelecido.
Sempre gostei de perceber a figura de um Caderno como uma metáfora da Vida Humana. A vida é como um caderno onde precisamos constantemente estar atento quais folhas ainda são úteis, quais precisamos retirar, substituir, rasgar e jogar fora no esquecimento do passado ou simplesmente restaurar se quando ainda for possível. E depois de tudo, perceber quais os escritos que necessitam permanecer na memória, guardados no mais íntimo da sacralidade de nós mesmos. Tanto a vida quanto um caderno são realidades sagradas necessários para um aprendizado maior: o Aprendizado das Coisas que devemos amar.
A vida tem seus segredos e seus mistérios. A vida tem seus tropeços e seus acertos. A vida tem seus “infernos” e seus “céus”. Semelhantemente, um caderno traz também nossos segredos e nossos mistérios. Um caderno traz nossos erros que em diversas vezes puderam ser apagados, concertados. Um caderno representa para mim muito mais que um objeto que na maioria das vezes é jogado em um esquecimento empoeirado em nossas estantes. Um caderno significa para mim como uma metáfora, onde: Todos os dias as coisas, as pessoas, o mundo deixam seus escritos em nós. E somos nós que escolhemos: Se apagamos ou sublinhamos estas palavras em nossas vidas.
Assim na vida como em um caderno, trazemos anotações também antigas escondidas na memória; palavras e nomes, pessoas e coisas importantes quanto à intensidade do cuidado. Nomes escritos como que rapidamente e às vezes sem critérios de importância ou de sacralidade. Assim somos nós: Insistimos em escrevermos em nossas páginas realidades e palavras sem o critério da essencialidade.
É maravilhoso perceber que tanto na vida quanto em um caderno é sempre possível recomeçar. É possível abrir-se a novas possibilidades de felicidade. Em uma atitude contínua, persistindo logo após cada erro de grafia ou cada erro de afeto ou de relação. É sempre possível voltar atrás, se arrepender dos “erros gramaticais” cometidos e a partir daí reorganizar as folhas, as linhas, os espaços, o espiral. Reorganizar a vida. Pois como diz o pensador: Tudo flui, tudo muda, é na mudança que as coisa acham repouso.
Novas palavras precisam ser escritas, antigas palavras traduzidas, contemporanizados na verdade e no tempo, novos amores precisam ser buscados, antigos amores precisam ser renovados, restaurados num contexto de sacralidade, de eternidade. Assim na vida com em um caderno é preciso que todas as linhas sejam tecidas de encanto e esperança, de saudade e de presença, de encontros e de distancias.
Assim na vida como em um caderno é preciso sempre escolher qual caneta deve usar.
Ao se aproximar mais um final de ano, é sempre luzente o tema do "novo", e o da mudança. Parece que ao se aproximar as "festas" de final de ano, ficamos mais inclinados a acreditar - e isso é muito bom - que sempre é possível sermos melhores, que as realidades que durante todo o ano nos fizerem padecer, agora como que elas experimentam o toque da possibilidade da mudança, do novo que será restabelecido.
Sempre gostei de perceber a figura de um Caderno como uma metáfora da Vida Humana. A vida é como um caderno onde precisamos constantemente estar atento quais folhas ainda são úteis, quais precisamos retirar, substituir, rasgar e jogar fora no esquecimento do passado ou simplesmente restaurar se quando ainda for possível. E depois de tudo, perceber quais os escritos que necessitam permanecer na memória, guardados no mais íntimo da sacralidade de nós mesmos. Tanto a vida quanto um caderno são realidades sagradas necessários para um aprendizado maior: o Aprendizado das Coisas que devemos amar.
A vida tem seus segredos e seus mistérios. A vida tem seus tropeços e seus acertos. A vida tem seus “infernos” e seus “céus”. Semelhantemente, um caderno traz também nossos segredos e nossos mistérios. Um caderno traz nossos erros que em diversas vezes puderam ser apagados, concertados. Um caderno representa para mim muito mais que um objeto que na maioria das vezes é jogado em um esquecimento empoeirado em nossas estantes. Um caderno significa para mim como uma metáfora, onde: Todos os dias as coisas, as pessoas, o mundo deixam seus escritos em nós. E somos nós que escolhemos: Se apagamos ou sublinhamos estas palavras em nossas vidas.
Assim na vida como em um caderno, trazemos anotações também antigas escondidas na memória; palavras e nomes, pessoas e coisas importantes quanto à intensidade do cuidado. Nomes escritos como que rapidamente e às vezes sem critérios de importância ou de sacralidade. Assim somos nós: Insistimos em escrevermos em nossas páginas realidades e palavras sem o critério da essencialidade.
É maravilhoso perceber que tanto na vida quanto em um caderno é sempre possível recomeçar. É possível abrir-se a novas possibilidades de felicidade. Em uma atitude contínua, persistindo logo após cada erro de grafia ou cada erro de afeto ou de relação. É sempre possível voltar atrás, se arrepender dos “erros gramaticais” cometidos e a partir daí reorganizar as folhas, as linhas, os espaços, o espiral. Reorganizar a vida. Pois como diz o pensador: Tudo flui, tudo muda, é na mudança que as coisa acham repouso.
Novas palavras precisam ser escritas, antigas palavras traduzidas, contemporanizados na verdade e no tempo, novos amores precisam ser buscados, antigos amores precisam ser renovados, restaurados num contexto de sacralidade, de eternidade. Assim na vida com em um caderno é preciso que todas as linhas sejam tecidas de encanto e esperança, de saudade e de presença, de encontros e de distancias.
Assim na vida como em um caderno é preciso sempre escolher qual caneta deve usar.
terça-feira, maio 08, 2012
O CONHECIMENTO NÃO É SÓ UMA CRENÇA VERDADEIRA
Argumento de Platão no Teeteto.
Sócrates: Diz-me, então, qual a melhor definição que poderíamos dar de conhecimento, para não nos contradizermos?
(…)
Teeteto:
A de que a crença verdadeira é conhecimento? Certamente que a crença
verdadeira é infalível e tudo o que dela resulta é belo e bom.
(…)
(…)
Sócrates:
O problema não exige um estudo prolongado, pois há uma profissão que
mostra bem como a crença verdadeira não é conhecimento.
Teeteto: Como é possível? Que profissão é essa?
Sócrates:
A desses modelos de sabedoria a que se dá o nome de oradores e
advogados. Tais indivíduos, com a sua arte, produzem convicção, não
ensinando mas fazendo as pessoas acreditar no que quer que seja que eles
queiram que elas acreditem. Ou julgas tu que há mestres tão habilidosos
que, no pouco tempo concebido pela clepsidra sejam capazes de ensinar
devidamente a verdade acerca de um roubo ou qualquer outro crime a
ouvintes que não foram testemunhas?
Teeteto: Não creio, de forma nenhuma. Eles não fazem senão persuadi-los.
Sócrates: Mas para ti persuadir alguém não será levá-lo a acreditar em algo?
Teeteto: Sem dúvida.
Sócrates:
Então, quando há juízes que se acham justamente persuadidos de factos
que só uma testemunha ocular pode saber e mais ninguém, não é verdade
que ao julgarem esses factos por ouvir dizer, depois de terem formado
deles uma crença verdadeira, pronunciam um juízo desprovido de
conhecimento, embora tendo uma convicção justa e dando uma sentença
correcta?
Teeteto: Com certeza.
Sócrates: Mas, meu amigo, se a
crença verdadeira e o conhecimento fossem a mesma coisa, os melhores
juízes não podiam ter uma crença verdadeira sem ter conhecimento.
Teeteto:
Eu mesmo já ouvi alguém fazer essa distinção, Sócrates; tinha-me
esquecido dela, mas voltei a lembrar-me. Dizia essa pessoa que a crença
verdadeira acompanhada de razão (logos) é conhecimento e desprovida de
razão (logos), não.”
Platão, Teeteto, 201 ac
Platão, Teeteto, 201 ac
Ilustração: Os advogados do Sr. Germano por Galvão, Brasil
O Poder do Discurso
O desejo diz: " Não quereria ter de entrar nesta
ordem arriscada do discurso; não quereria estar a contas com ele no que
há de cortante e decisivo; quereria que à minha volta fosse tudo
transparente e calmo, profundo, indefinidamente aberto, em que os outros
respondessem à minha espera, e as verdades nascessem uma a uma; não
teria senão de me deixar conduzir nele e por ele, como um destroço
feliz." A instituição responde:" Não tens de
temer começar; nós estamos todos aí para te mostrar que o discurso está
na ordem das leis; (...) e se lhe acontecer ter algum poder é de nós, e
somente de nós que o recebe."
(...)Suponho que
em toda a sociedade a produção do discurso é, ao mesmo tempo,
controlada seleccionada, organizada e redistribuída por um certo número
de processos que têm por fim conjurar-lhe os poderes e os perigos,
dominar-lhe o acontecer aleatório, evitar-lhe a pesada, a temível
materialidade.
Numa sociedade como a nossa conhecem-se os processos de exclusão. O mais evidente, o mais familiar, é o interdito.
Sabe-se que não há o direito de tudo dizer, que não se pode falar de
tudo em quaisquer circunstâncias, que qulquer pessoa não pode falar seja
do que for."
Michel Foucault, A ordem do Discurso
O SEGREDO DO PAPA RATZINGER
“À fé nula ou escassa de tantos homens de hoje, nas missas banalmente reduzidas a abraços da paz e assembleias solidárias, o papa Bento XVI oferece a fé substancial em um Deus que se faz realmente próximo, que se deixa tocar e comer.”
(Para aqueles que desejarem, em espanhol, a íntegra do artigo de Sandro Magister.)
JOVENS ESPANHOIS APRESENTAM VÍDEO ONDE SE PODE REZAR PELOS IRMÃOS
Como
ocorre há cinco anos, foi lançado na Espanha o vídeo “May Feelings 5″,
que promove a recitação do rosário através do Youtube durante o mês de
maio.
A
iniciativa que nasceu há cinco anos a partir de um grupo de amigos, é
hoje um grande movimento de jovens do mundo inteiro em torno de um único
propósito: rezar pelos demais com a intercessão da Virgem Maria. Este ano, como novidade e com o lema “A rede social que reza para mudar o mundo”, o vídeo “May Feelings 5″
apresentou a rede social www.mayfeelings.com, um site construído em
cinco idiomas onde os usuários das novas tecnologias podem rezar pelos
demais e pelas próprias intenções de oração.
Entre
os temas que durante os últimos cinco anos foram apresentados nos
videos estão: “50 razões para rezar o Rosário”, “Eu rezo o Rosário, e
você?”, “Milhares de Rosários em todo o mundo por todos os sacerdotes” e
“Este é o segredo de um Santo”, sobre o beato João Paulo II e a Jornada
Mundial da Juventude de Madri no ano passado.
UNIVERSIDADE CATÓLICA NOS EUA CONVIDA MINISTRA PROMOTORA DO ABORTO PARA FAZER DISCURSO PARA OS GRADUADOS DA INSTITUIÇÃO
WASHINGTON DC, 08 Mai. 12 / 01:28 pm (ACI/EWTN Noticias)
A Universidade católica de Georgetown (Estados Unidos) dirigida pelos sacerdotes jesuítas convidou a Secretária de Saúde e Serviços Humanos, Kathleen Sebelius, ministra que se declara católica e promoveu por muitos anos o aborto no país, para dar uma conferência a seus alunos recém graduados.
No último dia 4 de maio, a Georgetown University anunciou que a secretária vai dar um discurso ao Instituto de Política Pública da universidade numa cerimônia no dia 18 de maio.
Sebelius é a principal promotora do mandato abortista do presidente Barack Obama, que vai obrigar, a partir de agosto de 2013, que as instituições católicas comprem obrigatoriamente planos de saúde para seus empregados que cubram a anticoncepção, a esterilização e pílulas abortivas.
Como governadora do estado de Kansas, Sebelius também defendeu o seu amigo e abortista George Tiller, que se especializava em abortos de bebês com mais de seis meses e que se vangloriava de “ser o melhor a praticar abortos em gravidezes com mais de 24 semanas”, colocouo médico no seu site.
Tiller além disso, contribuiu com mais de 200 mil dólares à campanha eleitoral de Sebelius, que em 2008 recebeu a explícita proição de comungar na missa, por parte do Arcebispo de Kansas, Dom Joseph F. Naumann, devido ao apoio público da então candidata ao aborto.
Sobre este convite feito a Sebelius, o presidente da Cardeal Newman Society, Patrick J. Reilly, assinalou que "A Georgetown insulta os norte-americanos com esta honra" concedida à secretária.
Em uma carta enviada ao presidente da universidade, John DeGioia, Reilly afirma que "é escandaloso e revoltante" que a mais antiga universidade católica e jesuíta faça esse convite de honra a uma católica que apoia o aborto e que teve um papel tão importante no mandato abortista que ameaça a existência das instituições católicas.
Georgetown assinala que Sebelius "Fez um grande esforço para melhorar a saúde nos Estados Unidos e deu serviços humanos a algumas das populações mais vulneráveis da nação". Também descreve as mudanças feitas na sua gestão e que permitem que "34 milhões de pessoas sem plano tenham hoje um plano de saúde".
Para o Reitor DeGioia, os palestrantes, entre os quais se encontra Sebelius, "inspirarão os nossos estudantes a que vejam mais claramente o impacto que podem gerar no mundo".
Consultado sobre as muitas queixas recebidas contra a participação de Sebelius, entre as quais se encontram as de Reilly e outros, um porta-voz da Georgetwon University disse ao Grupo ACI que a cerimônia da ministra "é um evento durante a chamada semana de abertura, e não uma cerimônia de abertura".
"Não temos um palestrante principal para o commencement (abertura)", acrescentou.
A commencement ceremony é a cerimônia de graduação universitária na qual os alunos estão vestidos com as tradicionais becas. O centro é o discurso conhecido como o commencement address que costuma ser oferecido por alguma personalidade destacada ou de um político, e em alguns casos pelo próprio presidente dos EUA, como ocorreu no ano 2009 na Universidade católica de Notre Dame.
Naquela ocasião, um grupo de católicos protestou pela presença de Barack Obama nessa casa de estudos. O grupo já falou que também vai fazer um protesto pela presença de Sebelius em Georgetown.
Além disso, a Cardeal Newman Society pede que mais pessoas exijam ao presidente DeGioia que retire o convite a Sebelius.
A carta assinala que a eleição de Sebelius "é especialmente um insulto aos fiéis católicos e aos bispos, que estão empenhados em uma luta pela liberdade religiosa e contra o aborto". Ressalta também o contraste "entre a Georgetown University e aquelas universidades católicas que defendem sua fé e sua liberdade".
O anúncio da Georgetown foi feito um dia antes que o Papa Bento XVI se dirigisse a um grupo de bispos dos Estados Unidos, lembrando-lhes a necessidade de que as universidades católicas se mantenham fiéis aos ensinamentos da Igreja.
A Universidade católica de Georgetown (Estados Unidos) dirigida pelos sacerdotes jesuítas convidou a Secretária de Saúde e Serviços Humanos, Kathleen Sebelius, ministra que se declara católica e promoveu por muitos anos o aborto no país, para dar uma conferência a seus alunos recém graduados.
No último dia 4 de maio, a Georgetown University anunciou que a secretária vai dar um discurso ao Instituto de Política Pública da universidade numa cerimônia no dia 18 de maio.
Sebelius é a principal promotora do mandato abortista do presidente Barack Obama, que vai obrigar, a partir de agosto de 2013, que as instituições católicas comprem obrigatoriamente planos de saúde para seus empregados que cubram a anticoncepção, a esterilização e pílulas abortivas.
Como governadora do estado de Kansas, Sebelius também defendeu o seu amigo e abortista George Tiller, que se especializava em abortos de bebês com mais de seis meses e que se vangloriava de “ser o melhor a praticar abortos em gravidezes com mais de 24 semanas”, colocouo médico no seu site.
Tiller além disso, contribuiu com mais de 200 mil dólares à campanha eleitoral de Sebelius, que em 2008 recebeu a explícita proição de comungar na missa, por parte do Arcebispo de Kansas, Dom Joseph F. Naumann, devido ao apoio público da então candidata ao aborto.
Sobre este convite feito a Sebelius, o presidente da Cardeal Newman Society, Patrick J. Reilly, assinalou que "A Georgetown insulta os norte-americanos com esta honra" concedida à secretária.
Em uma carta enviada ao presidente da universidade, John DeGioia, Reilly afirma que "é escandaloso e revoltante" que a mais antiga universidade católica e jesuíta faça esse convite de honra a uma católica que apoia o aborto e que teve um papel tão importante no mandato abortista que ameaça a existência das instituições católicas.
Georgetown assinala que Sebelius "Fez um grande esforço para melhorar a saúde nos Estados Unidos e deu serviços humanos a algumas das populações mais vulneráveis da nação". Também descreve as mudanças feitas na sua gestão e que permitem que "34 milhões de pessoas sem plano tenham hoje um plano de saúde".
Para o Reitor DeGioia, os palestrantes, entre os quais se encontra Sebelius, "inspirarão os nossos estudantes a que vejam mais claramente o impacto que podem gerar no mundo".
Consultado sobre as muitas queixas recebidas contra a participação de Sebelius, entre as quais se encontram as de Reilly e outros, um porta-voz da Georgetwon University disse ao Grupo ACI que a cerimônia da ministra "é um evento durante a chamada semana de abertura, e não uma cerimônia de abertura".
"Não temos um palestrante principal para o commencement (abertura)", acrescentou.
A commencement ceremony é a cerimônia de graduação universitária na qual os alunos estão vestidos com as tradicionais becas. O centro é o discurso conhecido como o commencement address que costuma ser oferecido por alguma personalidade destacada ou de um político, e em alguns casos pelo próprio presidente dos EUA, como ocorreu no ano 2009 na Universidade católica de Notre Dame.
Naquela ocasião, um grupo de católicos protestou pela presença de Barack Obama nessa casa de estudos. O grupo já falou que também vai fazer um protesto pela presença de Sebelius em Georgetown.
Além disso, a Cardeal Newman Society pede que mais pessoas exijam ao presidente DeGioia que retire o convite a Sebelius.
A carta assinala que a eleição de Sebelius "é especialmente um insulto aos fiéis católicos e aos bispos, que estão empenhados em uma luta pela liberdade religiosa e contra o aborto". Ressalta também o contraste "entre a Georgetown University e aquelas universidades católicas que defendem sua fé e sua liberdade".
O anúncio da Georgetown foi feito um dia antes que o Papa Bento XVI se dirigisse a um grupo de bispos dos Estados Unidos, lembrando-lhes a necessidade de que as universidades católicas se mantenham fiéis aos ensinamentos da Igreja.
segunda-feira, maio 07, 2012
A SOCIEDADE DO ESPETÁCULO
A sociedade que repousa sobre a moderna indústria
não é fortuitamente espectacular ou superficialmente espectacular, ela é
fundamentalmente "espectalista". No espectáculo, imagem da economia
reinante, a finalidade não é nada, o desenvolvimento tudo. O espectáculo
não quer vir a ser outra coisa senão ele mesmo.
15
Enquanto
adereço indispensável dos objectos produzidos, enquanto exposição geral
da racionalidade do sistema, enquanto sector económico que forma
directamente uma multidão de imagens/objectos, o espectáculo é a
principal produção da sociedade.
16
O
espectáculo submete os homens vivos na medida em que a economia já os
submeteu totalmente. Não há mais nada senão economia desenvolvendo-se a
si mesma. O espectáculo é o reflexo fiel da produção das coisas, e a
objectivação infiel dos produtores.
17
A
primeira fase da dominação da economia sobre a vida social acarretou na
definição de toda a realização humana uma degradação evidente,
degradação do ser no haver.
A presente fase da ocupação total da vida social através dos resultados
acumulados da economia, conduz a um deslizamento generalizado do haver no parecer, do qual todo o haver
efectivo dele tira o seu prestígio imediato e a sua última função. Ao
mesmo tempo, toda a realização individual tornou-se social, directamente
dependente da força social, formada por ela. Aqui, quando nada é,
permitem-lhe aparecer.
Guy Debord, La société du Spectacle (Gallimard, Paris 1992). Publicado pela primeira vez em 1967.
Tradução de Helena Serrão.
No IV KERIGMAR, mais uma vez compreendí que não é contra homens de
carne ou de sangue que devemos lutar, pois toda #Evangelização se
constitui na verdade numa grande batalha espiritual: Entre aquele que
quer levar as almas á #Salvação e aquele outro que levar as almas á
perdição.
Compreendi tb que não é a homens de carne ou sangue que devemos #agradar ou por ele fazer, mas AGRADAR e TUDO FAZER por aquele que é a meta de nossa vida: Jesus Crucificado no madeiro do Altar.
Compreendi tb que não é a homens de carne ou sangue que devemos #agradar ou por ele fazer, mas AGRADAR e TUDO FAZER por aquele que é a meta de nossa vida: Jesus Crucificado no madeiro do Altar.
MAIS UM DISCURSO SOBRE EDUCAÇÃO
As Escolas, a Educação, os professores e os alunos
estão a viver um momento talvez decisivo para a forma como se irá
delinear o seu futuro. É inegável que qualquer coisa está a acontecer na
Europa, é inegável que há mau estar, indefinição, revolta. Urge
perguntar: Contra o quê? Porquê? Os meios de comunicação social, os blogues,
até o cinema, dão-nos uma catadupa de razões, e ilustram uma escola
onde parece que impera o caos e o desgoverno, onde cada um grita para o
seu lado, ministra, professores, alunos, jornalistas, presidente, pais,
cidadão comum, país enfim! Todos têm uma opinião sobre a Educação e a
Escola.
Os órgãos representativos das classes, os órgãos representativos
do governo, os anónimos, esgrimem pontos de vista em igualdade de
circunstâncias! Mas se há vinte anos havia confiança nos órgãos
representativos, como os sindicatos, hoje não há. Cada um fala por si e
parece representar-se apenas a si próprio.
Cada um é, assim, uma espécie
de verdade ambulante que fala sem que ninguém o siga. Fala-se,
cada discurso alimenta outros discursos e a sua proliferação caótica e
indiferenciada produz a sua própria anulação, produz uma espécie de
ineficácia, porque não há na maioria dos discursos um comprometimento
real com a acção, e só a acção pode mudar o que está mal. O facto de
podermos falar livremente das nossas indignações deu-nos uma ilusão de
poder, mas em termos de acção real dividiu-nos, separou-nos, a
facilidade do discurso não pode enganar-nos acerca do verdadeiro
propósito que o move.
O propósito não me parece apenas o do direito à
indignação, é pouco. Só nos resta ser coerentes e agir, isto é: não
cumprir o que está estipulado por decreto.
Helena Serrão
O PODER E A NORMA
A
norma não se define de modo nenhum como uma lei natural, define-se
antes pelo papel de exigência e coerção que é capaz de exercer em
relação aos domínios aos quais se aplica. A norma é portadora, por
consequência de uma pretensão de poder. Não é simplesmente, não é mesmo,
um princípio de inteligibilidade; é um elemento a partir do qual um
certo exercício do poder se considera fundado e legitimado. Conceito
polémico (...). Talvez pudéssemos dizer político. Em todo o caso (...) a
norma carrega consigo um princípio de qualificação e correcção.Não tem
por função excluir, rejeitar. Ela está, pelo contrário, sempre ligada a
uma técnica positiva de intervenção e de transformação, a uma espécie de
projecto normativo.
É
este conjunto de ideias que gostaria de investigar historicamente, esta
concepção simultaneamente positiva, técnica e política da normalização,
aplicando-a ao domínio da sexualidade. E verão, que por detrás disso,
no fundo, aquilo a que me prendo, ou aquilo a que gostaria de me
prender, é a ideia de que o poder político -sobre todas as suas formas e
seja a que nível o tomemos - não deve ser analisado a partir de um
horizonte hegeliano como uma forma de bela totalidade que o poder teria o
efeito de ignorar ou quebrar pela abstracção ou pela divisão. Parece-me
que é um erro, metodológico e histórico, reconhecer que o poder é
essencialmente um mecanismo negativo de repressão: porque o poder tem
essencialmente como função, proteger, conservar ou reproduzir as
relações de produção. Parece-me um erro considerar que é qualquer coisa
que se situa, ña relação do jogo de forças, num nível superestrutural. É
enfim um erro considerar que está essencialmente ligado a efeitos de
ignorância. (...) esta concepção de poder pode-se reportar ao modelo, ou
à realidade histórica da sociedade esclavagista, é portanto uma
concepção desadequada da realidade da qual somos contemporâneos.
Michel Foucault, Les Anormaux, Cours du 15 Janvier de 1975 ao Collège de France, Gallimard/Seuil, 1999 Paris, pp.46,47
O SONHO E A DESCONTINUIDADE
O tempo cura as dores e as querelas
porque nós mudamos. Não somos os mesmos; nem o ofendido nem o ofensor
são as mesmas pessoas. É como um povo que tivéssemos irritado, e que
reencontrássemos duas gerações depois. Seriam ainda Franceses, mas não
os mesmos Franceses.
Se sonharmos
todas as noites a mesma coisa, ela irá afectar-nos tanto como os
objectos que vemos todos os dias. E se um artesão tivesse a certeza de
poder sonhar todas as noites, durante doze horas, que era Rei, creio que
seria tão feliz como um Rei que sonhasse doze horas, todos os dias, que
era um artesão.
Se sonharmos
todas as noites que somos perseguidos por inimigos e sobressaltados
pelos seus dolorosos fantasmas e se passarmos os dias inteiros em
ocupações diversas como se fizéssemos uma viagem, sofreremos quase tanto
como se isso fosse verdade, e ficaríamos apreensivos com o sono como
ficamos apreensivos com o sonho, temendo entrar no sofrimento real. Com
efeito far-nos-iam mais ou menos o mesmo mal que a realidade nos faz.
Mas
porque os sonhos são todos diferentes, e até um só sonho se vai
diversificando, aquilo que aí vemos afecta-nos menos do que o que vemos
na vigília por causa da continuidade, não é no entanto, o que vemos na
vigília, tão contínuo e igual que não mude, só não muda tão bruscamente,
mas não é raro quando viajamos dizer: " Parece-me que sonho". Porque a
vida é um sonho um pouco menos inconstante.
[Blaise Pascal, Pensées, Fragmento 662, Gallimard, 1977, Paris, pp.406]
A VERDADE SOBRE GIORDANO BRUNO: HERESIAS TEOLÓGICAS
Talvez
alguém argumente: “Que diferença faz saber a verdadeira razão de sua
condenação se ao final ele foi morto” ? A diferença é a verdade!
Muitos críticos da
Igreja que desconhecem a história usam sua morte como argumento da
suposta e mentirosa afirmação de que a Igreja é CONTRA a ciência!
Sem cair no anacronismos, eis a Verdade!
***
Quem tem o mínimo de conhecimento
histórico sabe que Giordano Bruno não foi condenado por sua defesa do
sistema Copérnico, nem por sua teoria da pluralidade dos mundos
habitados, mas por sua idéias teológicas repletas de erros, este
afirmava, por exemplo, que Cristo não era Deus e sim um hábil mágico,
que o espírito santo era a alma do mundo e que o Diabo seria salvo.
Suas idéias e concepções:
Seu sistema de pensamento era
materialista e panteísta onde Deus e o mundo seria um só, Corpo e alma
seria duas fases de uma mesma substância; O universo é infinito onde
além do mundo visível havia uma infinidade de mundos; ele também
afirmava que a terra tinha alma, na verdade todos e parte da terra
também tinha alma como animais, plantas, minerais tudo é constituído
pelo mesmo elemento sem distinção entre seres terrestres e celestes. (1)
As idéias Panteístas e Materialistas de
Giordano eram totalmente contrárias a doutrina Católica e foi isso que
levou a sua condenação.
“O princípio do mundo
infinito obriga Bruno a supor que o princípio do mundo não está fora
dele, mas é força que está dentro dele. Bruno é contrário à ortodoxia
cristã apoiada na metafísica aristotélico-tomista, que colocava Deus
como primeira causa, motor imóvel e perfeição absoluta, que seria
transcendente, ou seja, com existência plena e separada de suas
criaturas.
Concebe Deus como imanente
ao Universo e idêntico a Ele. Deus não é o criador nem o primeiro motor,
mas a alma do mundo, não é causa transcendente e nem temporária com um
momento de criação, mas, como Spinoza diria a causa imanente, a causa
interna e permanete das coisas, princípio material e formal das coisas
que as produz, organizam e governam de dentro para fora: numa palavra,
sua substância eterna. O espaço, segundo ele, não tem limites ou
barreiras intransponíveis separando nosso mundo de uma outra região
reservada aos espíritos, anjos e Deus.
Deus está misturado nas
coisas; mente ou alma do mundo, ordenadora e unificadora das próprias
coisas. Em De la causa, principio e uno (também de 1584) ele elabora a
teoria física na qual estava baseada sua concepção do universo: “forma” e
“matéria” estão intimamente unidas e constituem o “Uno”. Assim o
tradicional dualismo dos físicos aristotélicos foi reduzido por ele a
uma concepção monística do mundo, implicando a unidade básica de todas
as substancias e a coincidência dos opostos na unidade infinita do Ser.
A individualidade de cada
ente singular é forma individualizada e finita que assume a essência
divina infinita. Deus, como unidade além de todos os opostos, não é
cognoscível na sua profunda natureza”.(2)
“Como panteísta que é
Giordano Bruno considera Deus parte da natureza e princípio imanente a
ela, bem como vê o mundo como animal, cuja alma é a sua forma, a qual
possui como principal faculdade o entendimento ou inteligência
universal, que dirige a natureza: “…e, por sua vez, a alma do mundo é a
forma universal do mundo… O entendimento universal é a faculdade íntima,
mais real e própria, é a parte mais potente da alma do mundo…iluminando
o universo e dirigindo a natureza convenientemente…” ( BRUNO, Giordano. A Causa, o Princípio e o Uno. Editora Nova Estella, 1988, trad. Attilio Cancian.)(3)
|
GIODANO BRUNO
|
Por causa de suas idéias heréticas no
ano de 1.591, começou o processo de Giordano e, em 1593, ele foi
transferido a Roma onde se deu continuidade ao processo. As principais
acusações contra ele eram as seguintes:
- Defender o uso da magia.
- Defender que Jesus Cristo não fez milagre algum e sim magia.
- Pregar que todos progrediam, sendo que até os demônios eram salvos.
- Acusar a Igreja de promover a ignorância de seus fiéis, para que estes permanecessem como “asnos”.
Portanto, fica claro que “Ao contrário
do que se pensa comumente, Giordano Bruno não foi queimado na fogueira
por defender o heliocentrismo de Copérnico”.(5) Pois, como afirmam os
filósofos e historiadores ele foi além da teoria de Copérnico e na época
não havia uma posição Católica oficial acerca do Heliocentrismo e
defendê-lo certamente não era considerado uma heresia, tal como nunca
foi. O que causou sua condenação foram suas idéias heréticas.
E é válido lembrar que antes de sua condenação pelo tribunal
inquisitório este foi condenado pelos Calvinistas e excomungado pelos
Luteranos, portanto, isso demonstra até que ponto chegava suas heresias.
Assim desmascaramos mais uma mentira contra a Santa Igreja e aqui caberia a frase que sempre digo “O Protestantismo acusa, a história refuta”.
“Aprofundar o conhecimento acerca da história é abdicar ao protestantismo”. John Henry Newman, ministro ex-protestante convertido ao catolicismo.
Por Jefferson Nóbrega
Sancte Michael Archangele, Defende nos in praelio ut inimicos Santae Ecclessiae humiliari digneris, te rogamus, audi nos!
Referências:
(1) http://www.newadvent.org/cathen/03016a.htm
(2) http://www.cobra.pages.nom.br/fmp-bruno.html#Pante%C3%ADsmo
(3) http://www.paradigmas.com.br/parad10/p10.5.htm
(4) http://www.infoescola.com/filosofos/giordano-bruno/
(5) http://pt.wikipedia.org/wiki/Giordano_Bruno
AVÓ DE 70 ANOS AGORA É RELIGIOSA CONTEMPLATIVA NA ESPANHA
VALENCIA, 03 Mai. 12 / 07:01 pm (ACI)
Uma viúva de 70 anos, mãe de 3 filhos e avó de 5 netos, professou seus votos solenes como religiosa contemplativa na ordem das Franciscanas Clarissas na localidade de Canals, na Espanha.
Célia de Jesus, foi o nome eleito pela nova religiosa nascida em Valência, que professou seus votos perpétuos no mosteiro de Santa Clara, onde colaborava com seu esposo antes de ficar viúva em 2004, e depois disto esteve recebendo formação para esta consagração, indicaram à agência AVAN fontes da ordem religiosa.
"Antes de ingressar no mosteiro, Irmã Célia de Jesus colaborava com Ação Católica Geral de Valência e na atenção dos doentes, uma vez que faleceu seu marido decidiu entregar-se completamente ao Senhor como religiosa", assinalaram.
A cerimônia, à qual compareceram os filhos e os netos da religiosa, foi presidida pelo Pe. Miguel Albiñana e concelebrada por uma dezena de presbíteros vinculados à localidade ou ao mosteiro.
A ordem das Clarissas foi fundada em 1212 pela Santa Clara de Assis, a primeira mulher a receber a aprovação da Igreja para uma regra religiosa. Estabeleceu-se na Espanha em 1228, ao fundar o primeiro mosteiro da ordem em Pamplona. Foi canonizada pelo Papa Alejandro IV no ano 1255.
Uma viúva de 70 anos, mãe de 3 filhos e avó de 5 netos, professou seus votos solenes como religiosa contemplativa na ordem das Franciscanas Clarissas na localidade de Canals, na Espanha.
Célia de Jesus, foi o nome eleito pela nova religiosa nascida em Valência, que professou seus votos perpétuos no mosteiro de Santa Clara, onde colaborava com seu esposo antes de ficar viúva em 2004, e depois disto esteve recebendo formação para esta consagração, indicaram à agência AVAN fontes da ordem religiosa.
"Antes de ingressar no mosteiro, Irmã Célia de Jesus colaborava com Ação Católica Geral de Valência e na atenção dos doentes, uma vez que faleceu seu marido decidiu entregar-se completamente ao Senhor como religiosa", assinalaram.
A cerimônia, à qual compareceram os filhos e os netos da religiosa, foi presidida pelo Pe. Miguel Albiñana e concelebrada por uma dezena de presbíteros vinculados à localidade ou ao mosteiro.
A ordem das Clarissas foi fundada em 1212 pela Santa Clara de Assis, a primeira mulher a receber a aprovação da Igreja para uma regra religiosa. Estabeleceu-se na Espanha em 1228, ao fundar o primeiro mosteiro da ordem em Pamplona. Foi canonizada pelo Papa Alejandro IV no ano 1255.
Mãe com câncer terminal comove o Papa Bento XVI
Chiara, uma jovem mãe romana comoveu com sua história o Papa Bento XVI.
Doente de câncer preferiu não submeter-se ao tratamento para não afetar
a saúde do seu terceiro filho Francesco, cujos dois irmãos morreram há
pouco: Maria, que sofria de anencefalia e viveu apenas 30 minutos; e
David, que nasceu sem pernas e com problemas nos órgãos internos o que
lhe causou a morte horas depois do parto.
Chiara, de 28 anos de idade, chegou a cumprimentar o Santo Padre ao final da audiência geral desta quarta-feira, acompanhada de seu marido Enrico de 33. No caso dos dois primeiros filhos já falecidos, rechaçaram a possibilidade de abortá-los logo depois de saber, pelas análise pré-natais realizadas, de suas graves enfermidades.
Conforme assinala o jornal vaticano L’Osservatore Romano (LOR), os esposos chegaram a ver Bento XVI "sorrindo, com serenidade". "O Papa, visivelmente comovido, acariciou-os afavelmente", assinala LOR.
Este casal de esposos afirma ser parte da chamada "Geração Wojtyla", tendo transcorrido seus primeiros anos da fé em uma paróquia sob a espiritualidade franciscana.
Chiara foi diagnosticada com um carcinoma enquanto estava grávida do pequeno Francesco. Por isso recusou seguir o tratamento para não afetar o seu pequeno, e iniciá-lo uma vez que desse à luz. Mas, já era muito tarde. O avançou com uma violência tal que agora já não há lugar para a esperança de cura, assinala o LOR.
O projeto da família é exposto por Chiara dirigindo-se a Enrico: "quando eu já não estiver aqui me ocuparei de Maria e David, você que fica, cuide bem do Francesco".
Ambos afirmam ter como mestre de vida no sofrimento o Papa João Paulo II.
"O Papa de sua infância e adolescência (…) Sob sua escola, explicam, confiam-se cotidianamente à consagração a Maria, com a espiritualidade do Totus tuus e rezam o Rosário todas as quintas-feiras com outras famílias amigas", conclui o jornal vaticano.
Chiara, de 28 anos de idade, chegou a cumprimentar o Santo Padre ao final da audiência geral desta quarta-feira, acompanhada de seu marido Enrico de 33. No caso dos dois primeiros filhos já falecidos, rechaçaram a possibilidade de abortá-los logo depois de saber, pelas análise pré-natais realizadas, de suas graves enfermidades.
Conforme assinala o jornal vaticano L’Osservatore Romano (LOR), os esposos chegaram a ver Bento XVI "sorrindo, com serenidade". "O Papa, visivelmente comovido, acariciou-os afavelmente", assinala LOR.
Este casal de esposos afirma ser parte da chamada "Geração Wojtyla", tendo transcorrido seus primeiros anos da fé em uma paróquia sob a espiritualidade franciscana.
Chiara foi diagnosticada com um carcinoma enquanto estava grávida do pequeno Francesco. Por isso recusou seguir o tratamento para não afetar o seu pequeno, e iniciá-lo uma vez que desse à luz. Mas, já era muito tarde. O avançou com uma violência tal que agora já não há lugar para a esperança de cura, assinala o LOR.
O projeto da família é exposto por Chiara dirigindo-se a Enrico: "quando eu já não estiver aqui me ocuparei de Maria e David, você que fica, cuide bem do Francesco".
Ambos afirmam ter como mestre de vida no sofrimento o Papa João Paulo II.
"O Papa de sua infância e adolescência (…) Sob sua escola, explicam, confiam-se cotidianamente à consagração a Maria, com a espiritualidade do Totus tuus e rezam o Rosário todas as quintas-feiras com outras famílias amigas", conclui o jornal vaticano.
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