
reprise
Mais um dia, mais um som do ventilador, mais uma voz humana, insana, prudente.
Mais um sol a brilhar, a aquecer as estrelas ausentes e nuvens perambulantes.
Mais um dia.
Tudo parece tão normal, uma normalidade tão cheia de reprises.
Mais um telefone que toca, mais um alô que dado e outro que respondido.
Mais um radio, uma TV, uma luz, todos ligados numa mesma estação: Outono e Verão.
Não há transubstanciação, já há revelação. Tudo acontece na costumeirice.
Não sei. Mais um a mais é algo a mais que vem e se vai.
Sempre algo que transborda na minha exaustiva tentativa de entender as coisas únicas e singulares.
A repetição me fere.
Mais um dia, mais um som do ventilador, mais uma voz humana, insana, prudente.
Mais um sol a brilhar, a aquecer as estrelas ausentes e nuvens perambulantes.
Mais um dia.
Tudo parece tão normal, uma normalidade tão cheia de reprises.
Mais um telefone que toca, mais um alô que dado e outro que respondido.
Mais um radio, uma TV, uma luz, todos ligados numa mesma estação: Outono e Verão.
Não há transubstanciação, já há revelação. Tudo acontece na costumeirice.
Não sei. Mais um a mais é algo a mais que vem e se vai.
Sempre algo que transborda na minha exaustiva tentativa de entender as coisas únicas e singulares.
A repetição me fere.
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