PRECISAMOS DE HOMENS EUCARÍSTICOS
Os tempos mudam. Os homens e as sociedades mudam e são mudados por seus valores, concepções e opiniões. E de acordo com a filosofia, a essa mudança chamamos de devir. "O devir", disse Hegel, "é a verdadeira expressão do resultado de ser e nada, como unidade destes: não é só a unidade do ser e do nada, mas é a inquietação em si”. Trazemos em nós a inquietação da instrasferível mudança.
E hoje, quais mudanças, poderíamos identificar em nossa sociedade? Eu diria que várias e em variados aspectos. Mas gostaria de trazer a reflexão um aspecto de devir que hora vivenciamos em nossa sociedade atual e que me parece de fundamental e urgente necessidade conhecê-la.
A sociedade de hoje, da pós-modernidade, vive numa profunda desvalorização do Sagrado, do Transcendente, de Deus. Vivemos numa sociedade ateísta e secular. Como disse o Papa Bento XVI, “o homem de hoje vive como se Deus não existisse”. A possível “inexistência de Deus” é o ponto de partida para o surgimento das Teorias Antropológicas pagãs ou pseudocrístãos. [...]
E hoje, quais mudanças, poderíamos identificar em nossa sociedade? Eu diria que várias e em variados aspectos. Mas gostaria de trazer a reflexão um aspecto de devir que hora vivenciamos em nossa sociedade atual e que me parece de fundamental e urgente necessidade conhecê-la.
A sociedade de hoje, da pós-modernidade, vive numa profunda desvalorização do Sagrado, do Transcendente, de Deus. Vivemos numa sociedade ateísta e secular. Como disse o Papa Bento XVI, “o homem de hoje vive como se Deus não existisse”. A possível “inexistência de Deus” é o ponto de partida para o surgimento das Teorias Antropológicas pagãs ou pseudocrístãos. [...]
Precisamos de novos homens e de homens novos afeiçoados com Jesus. Que tragam em si muito mais que uma postura de “machão” baseada tão somente em sua virilidade sexual e/ou relacionando a fé e a religiosidade á um comportamento meramente feminino, mas homens que baseiam suas vidas em desejar e decidir a cada dia parecer-se com o Homem das Escrituras, com o Homem da Cruz, como o Homem dos Altares: Jesus. Eis o homem.
Precisamos de Homens Eucarísticos. Homens que tragam em suas vidas as marcas da Sacralidade e da Eternidade de Deus. Homens que não tenham medo de serem chamados de “maricas” ou de “mulhersinhas” simplesmente por terem encontrado sentido e razão definitivos para suas vidas: Jesus. A Criação geme e chora como em dores de parto esperando a manifestação dos Filhos de Deus, vai dizer o Apóstolo Paulo.
E o que seria “A Criação” que São Paulo faz referência quando escreve aos romanos se não o mundo, a sociedade, as pessoas, os nossos ambientes de trabalho, estudo, lazer e os lugares de manifestação de nossa religiosidade?. Esses lugares precisam urgentemente da manifestação desses Homens Eucarísticos, destes Homens do Altar.
Precisamos de Homens Eucarísticos. Homens que tragam em suas vidas as marcas da Sacralidade e da Eternidade de Deus. Homens que não tenham medo de serem chamados de “maricas” ou de “mulhersinhas” simplesmente por terem encontrado sentido e razão definitivos para suas vidas: Jesus. A Criação geme e chora como em dores de parto esperando a manifestação dos Filhos de Deus, vai dizer o Apóstolo Paulo.
E o que seria “A Criação” que São Paulo faz referência quando escreve aos romanos se não o mundo, a sociedade, as pessoas, os nossos ambientes de trabalho, estudo, lazer e os lugares de manifestação de nossa religiosidade?. Esses lugares precisam urgentemente da manifestação desses Homens Eucarísticos, destes Homens do Altar.

Nenhum comentário:
Postar um comentário