Você é Cristão e curte Lady Gaga? Como você Consegue?
Por Pedro Ravazzano
No seu novo clipe
“Alejandro” a nova estrela da cultura pop encarna toda a bestialidade
da bandeira que representa com tanta maestria; cenários horripilantes,
cenas eróticas, profanação da cruz e de símbolos religiosos em doses
dignas de um ritual satânico.
Não obstante, gostaria de frisar
que, diferentemente do que muitos pensam, a tal Lady não segue a linha
de Madonna, me parece muito mais próxima ao estilo do grotesco Marylin
Manson, conhecido pela sua androgenia, posições abertamente imorais,
culto ao bizarro.
A atmosfera sombria do clipe é extremamente assustadora. Contando com alusões à morte, sadomasoquismo e dominação, a música, como disse a cantora, foi feita em homenagem aos gays e às mulheres que se apaixonam por eles (sic!!). Os soldados efeminados oprimidos são as vítimas da cultura machista e repressiva. Tudo pensado por aquela que é considerada o “novo fenômeno do pop”, a “nova cara da década”.
O que mais me impressiona na sua estética é o grotesco, o ambiente sombrio, bestial, decante, exalando erotismo sexual e putrefação moral. Lady Gaga aparecer engolindo um terço ou usando uma cruz invertida de forma sacrílega é consequência de algo muito maior, algo este que pode ser percebido em toda a contextualização musical e estética usada. A cantora sintetiza o espírito do mundo atual, a sua pequenez, irracionalidade, incapacidade de refletir e de discernir, a cultura de morte no seu sentido mais fidedigno e profundo.
A música de Lady Gaga, com toda a sua pobreza poética e excesso de compassos e ritmos, é sinal da mediocridade do homem moderno; um homem norteado pelas paixões, subjugado pela ignorância invencível, uma carcaça morta incapaz de raciocinar verdadeiramente.
Não
me espanta que em pleno séc. XXI faça sucesso – estranho seria que o
Santo Padre fosse aplaudido ao condenar o aborto, por exemplo. O
espanto é saber que católicos e homens de reta intenção se deixam levar
por toda essa experiência sensual que carrega no seu âmago um claro
projeto revolucionário.
Lady Gaga não esconde que defende a cultura gay. Faço questão de frisar o termo “cultura” já que, infelizmente, os militantes homossexuais forjaram um estilo de vida próprio que, através de ferramentas variadas – em especial a música, filmes e novelas – foi divulgado e imposto como o estilo ordinário de qualquer ser humano na face da terra.
Lady Gaga não esconde que defende a cultura gay. Faço questão de frisar o termo “cultura” já que, infelizmente, os militantes homossexuais forjaram um estilo de vida próprio que, através de ferramentas variadas – em especial a música, filmes e novelas – foi divulgado e imposto como o estilo ordinário de qualquer ser humano na face da terra.
Destarte, a
globalização transporta em sua essência a crise da Civilização
Ocidental a todos os cantos, assim, tanto um jovem americano, quanto um
brasileiro da favela, como um rico japonês cibernético ou então um
marroquino de Casablanca se vestem, se comportam, ouvem e apreciam quase
as mesmas coisas, seguindo o mesmo padrão.
Se não tomarmos uma atitude concreta, eficaz e profunda veremos os nossos filhos e netos crescendo numa sociedade onde a excessão será ser homem e mulher!
Se não tomarmos uma atitude concreta, eficaz e profunda veremos os nossos filhos e netos crescendo numa sociedade onde a excessão será ser homem e mulher!

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