Quando conseguir, saia da caverna
(...)
"Percebemos pela
explicação do próprio Platão, que o prisioneiro não é libertado por nenhuma
força externa, mas por um conflito interno entre duas forças que se encontra em
sua alma, a força do hábito ou da acomodação e a força do impulso, da
curiosidade, que o estimula para fora, para buscar algo além de si mesmo. Como quem
busca a possibilidade da abertura de uma Janela, onde possa vislumbrar a partir
dela uma nova realidade. A força do hábito possibilita a que o homem se sinta
confortável a sua situação de ignorância, de “não-entendimento” que arrasta
desde a infância, ao passo que a força da curiosidade o torne insatisfeito,
frustrado e infeliz."

Nenhum comentário:
Postar um comentário