sexta-feira, janeiro 10, 2014




Quando conseguir, saia da caverna

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"Percebemos pela explicação do próprio Platão, que o prisioneiro não é libertado por nenhuma força externa, mas por um conflito interno entre duas forças que se encontra em sua alma, a força do hábito ou da acomodação e a força do impulso, da curiosidade, que o estimula para fora, para buscar algo além de si mesmo. Como quem busca a possibilidade da abertura de uma Janela, onde possa vislumbrar a partir dela uma nova realidade. A força do hábito possibilita a que o homem se sinta confortável a sua situação de ignorância, de “não-entendimento” que arrasta desde a infância, ao passo que a força da curiosidade o torne insatisfeito, frustrado e infeliz."

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